Max Verstappen admite que a vitória continua difícil, mas vê a estreia do Madring e a imprevisibilidade de um circuito urbano como uma oportunidade para a Red Bull.
A incerteza de Madrid oferece uma possibilidade, não uma promessa
Max Verstappen considera que a estreia do Madring pode abrir espaço a um resultado inesperado, sobretudo se incidentes ou neutralizações alterarem a corrida. A Red Bull ainda não venceu em 2026 e o neerlandês colocou primeiro o objetivo de regressar à luta pelo pódio.
As declarações oficiais de Verstappen e Lawson sublinham a importância dos treinos. Facto: a equipa não apresentou Madrid como favorita.
Voltar ao início ↑Confiança no carro vale mais num circuito entre muros
Verstappen chamou ao traçado um potencial destruidor de carros e destacou a necessidade de ficar longe das barreiras. A combinação de velocidade, curvas cegas e travagens ainda em apoio amplifica qualquer falta de estabilidade.
Análise: um RB22 rápido mas imprevisível pode perder mais tempo do que ganha. O primeiro objetivo técnico será criar uma plataforma que permita ao piloto aproximar-se do limite sem gastar as sessões a corrigir sustos.
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Lawson continua a conduzir um carro que não foi preparado para si
Liam Lawson disputa o terceiro fim de semana consecutivo no lugar do lesionado Isack Hadjar. O neozelandês reconheceu que não é possível adaptar todas as preferências do carro em poucas corridas, embora a experiência acumulada aumente gradualmente o conforto.
Facto: Hadjar continua a recuperar e estará em Madrid sem competir. Análise: numa pista nova para todos, Lawson perde parte da desvantagem de conhecimento do circuito, mas não a diferença de familiaridade com o RB22.
Voltar ao início ↑Os primeiros sinais virão do ritmo e da confiança
Será útil observar a distância para Mercedes, Ferrari e McLaren, a quantidade de correções nas curvas rápidas e a velocidade de Lawson face a Verstappen. Consulta a ficha da Red Bull, os perfis de Verstappen e Lawson e o guia do Madring.
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