Aero rake
Estrutura em forma de grelha, coberta de pequenos sensores, instalada temporariamente no carro para medir como o ar circula. É comum nos testes e nos primeiros treinos.
Da aerodinâmica ativa ao Zylon: pesquisa a palavra que ouviste na transmissão e percebe rapidamente o que significa, porque importa e onde aparece num fim de semana de corrida.
Não traduzimos apenas palavras. Explicamos o que o termo muda no carro, na estratégia ou na decisão dos comissários. As definições foram escritas de raiz para leitores em Portugal e refletem a linguagem da época de 2026.
Os termos técnicos fazem mais sentido quando os ligamos às pessoas, aos carros e aos circuitos onde são usados.



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Estrutura em forma de grelha, coberta de pequenos sensores, instalada temporariamente no carro para medir como o ar circula. É comum nos testes e nos primeiros treinos.
Estudo da forma como o ar interage com o carro. Na F1 procura-se gerar aderência nas curvas sem criar resistência excessiva nas retas.
Sistema introduzido em 2026 que altera a posição de elementos das asas dianteira e traseira. Em reta reduz a resistência ao ar; nas curvas recupera carga aerodinâmica.
Entrada de ar situada por cima e atrás da cabeça do piloto. Alimenta a unidade de potência e ajuda a arrefecer componentes; também é chamada tomada de ar.
Quantidade de pneus ou componentes que cada piloto pode utilizar num período definido. Ultrapassar certos limites de motores ou caixas de velocidades pode provocar penalizações na grelha.
Inclinação de uma asa ou elemento aerodinâmico em relação ao ar. Mais ângulo tende a gerar mais carga, mas também aumenta a resistência.
Ponto interior de uma curva que faz parte da trajetória ideal. Acertar no apex ajuda a equilibrar velocidade de entrada e aceleração à saída.
Perda de contacto do pneu com o asfalto devido a uma camada de água. O carro deixa praticamente de responder à direção e aos travões.
Fluxo de ar turbulento deixado pelo carro da frente. Pode retirar carga aerodinâmica ao carro perseguidor e aumentar o desgaste dos pneus.
Barreira metálica deformável colocada junto à pista. É particularmente visível nos circuitos urbanos, onde existe pouco espaço de escapatória.
Superfície sobre a qual os carros competem. A rugosidade, idade e temperatura do asfalto alteram a aderência e a degradação dos pneus.
Piloto que circula no fundo do pelotão e está prestes a perder uma volta para os líderes. Deve facilitar a passagem quando recebe bandeiras azuis.
Distribuição da força de travagem entre o eixo dianteiro e o traseiro. O piloto pode ajustá-la no volante para adaptar o comportamento do carro.
Peso colocado estrategicamente no carro para cumprir o mínimo regulamentar e melhorar a distribuição de massas. A sua posição é fortemente limitada pelas regras.
Sinal de perigo. Obriga a reduzir a velocidade e proíbe ultrapassagens; duas bandeiras amarelas significam que o piloto deve estar preparado para parar.
Indica a aproximação de um carro mais rápido. Em corrida, normalmente avisa um piloto que está prestes a perder uma volta para um líder.
Sinal preto e branco que marca o final de uma sessão. Cada piloto termina quando passa pela linha depois de a bandeira ser mostrada.
Indica a desclassificação imediata do carro identificado. O piloto deve regressar às boxes e abandonar a sessão.
Advertência por comportamento antidesportivo. Funciona como um aviso formal antes de uma eventual penalização.
Avisa que um carro tem danos ou uma avaria potencialmente perigosa. O piloto deve parar nas boxes para resolver o problema.
Confirma que a pista está livre depois de uma zona de perigo ou que a sessão decorre em condições normais.
Interrompe a sessão porque não existem condições para continuar em segurança. Os carros seguem as instruções da direção de corrida e regressam à zona indicada.
Elemento vertical que orienta o ar junto aos flancos do carro. O desenho e a função exatos dependem do regulamento técnico de cada geração.
Forma comum de designar o armazenamento de energia elétrica do sistema híbrido. Recebe energia recuperada e devolve-a através do motor elétrico.
Formação de bolhas na superfície do pneu causada por excesso de temperatura interna. Arranca pedaços de borracha e reduz a aderência.
Entrega temporária de potência máxima disponível na unidade de potência, condicionada pela energia armazenada. Em 2026 é usada em momentos de ataque ou defesa.
Contacto do fundo do carro com o asfalto, frequentemente acompanhado por faíscas. Pode resultar de altura ao solo muito baixa, compressões ou irregularidades da pista.
Ordem de rádio para o piloto entrar nas boxes nessa volta. A repetição torna a mensagem mais clara no meio do ruído e de comunicações rápidas.
Sistema eletrónico que gere parte da travagem traseira e a coordena com a recuperação de energia. Mantém uma resposta previsível para o piloto.
Inclinação da roda vista de frente. Um camber negativo coloca o topo do pneu mais perto do carro e pode melhorar o contacto em curva, com custos no desgaste.
Força vertical criada pelo ar que empurra o carro contra a pista. Permite passar mais depressa em curva, mas costuma vir acompanhada de maior resistência.
Veículo que entra em pista para controlar a velocidade e agrupar o pelotão durante uma situação perigosa. A corrida recomeça quando as condições ficam seguras.
Dinâmica de Fluidos Computacional. São simulações digitais usadas para prever o comportamento do ar antes de uma peça chegar ao túnel de vento ou à pista.
Estrutura principal do monolugar, construída sobretudo em compósitos de fibra de carbono. Inclui a célula de sobrevivência onde o piloto se senta.
Sequência apertada de curvas em direções alternadas. Obriga a reduzir a velocidade e pode criar uma zona de travagem propícia a ultrapassagens.
Combustível exigido na F1 de 2026, produzido sem recorrer a novo carbono fóssil. Tem de cumprir especificações técnicas e critérios independentes de sustentabilidade.
Painel que analisa incidentes e aplica decisões durante um evento. Trabalha de forma separada da direção de corrida e fundamenta cada sanção publicada.
Mistura de borracha que determina aderência, aquecimento e duração do pneu. Em cada ronda, a Pirelli escolhe três opções para piso seco.
Designação oficial de uma equipa que concebe o seu próprio chassis. Os resultados dos dois carros contam para o Mundial de Construtores.
Volta feita a ritmo reduzido para baixar temperaturas e recarregar energia, geralmente entre tentativas rápidas nos treinos ou na qualificação.
Período noturno durante o qual determinados membros das equipas não podem trabalhar nos carros. Protege os horários de descanso e limita operações.
Reunião depois de uma sessão em que pilotos e engenheiros analisam dados, comportamento do carro, estratégia e alterações de afinação.
Perda progressiva de desempenho de um componente. Quando se fala de pneus, mede quanto ritmo desaparece à medida que as voltas se acumulam.
Diferença entre dois tempos de referência. Pode comparar voltas, setores, pilotos ou o ritmo obrigatório durante um Safety Car Virtual.
Utilização da energia elétrica armazenada para aumentar a potência nas rodas. A equipa planeia onde gastar essa energia ao longo da volta.
Redução da potência elétrica disponível, normalmente quando a energia armazenada se esgota antes do final da reta. É visível quando o carro deixa de acelerar com a mesma intensidade.
Mecanismo que permite às rodas traseiras rodarem a velocidades diferentes em curva. Os ajustes influenciam a rotação do carro e a tração.
Zona traseira do fundo que expande e organiza o ar vindo debaixo do carro. É decisiva para gerar carga aerodinâmica com eficiência.
Estrutura que gere a segurança e a operação da sessão: bandeiras, neutralizações, partidas e comunicações. Não substitui os comissários na aplicação de sanções.
Sigla de Did Not Finish. Identifica um piloto que não terminou a corrida, embora possa ainda ser classificado se tiver completado distância suficiente.
Sigla de Did Not Qualify. Significa que o piloto não garantiu qualificação para a corrida, sujeito às exceções que os comissários podem autorizar.
Sigla de Did Not Start. O piloto estava inscrito e qualificado, mas não conseguiu iniciar a corrida.
Paragem consecutiva dos dois carros da mesma equipa na mesma box. Poupa oportunidades estratégicas, mas exige sincronização quase perfeita.
Resistência que o ar exerce contra o avanço do carro. Reduzi-la melhora a velocidade em reta, embora possa comprometer a carga nas curvas.
Penalização que obriga o piloto a atravessar a via das boxes dentro do limite de velocidade, sem parar na sua garagem.
Antigo sistema de redução de resistência através da abertura da asa traseira. Deixou de ser o mecanismo de ultrapassagem em 2026, substituído pela aerodinâmica ativa e pelo modo de ultrapassagem.
Abreviatura de desclassificado. O resultado do piloto é retirado por uma infração técnica ou desportiva.
Unidade eletrónica de controlo que recebe dados de sensores e coordena sistemas do carro. Na F1, determinados elementos são padronizados.
Elemento vertical colocado na extremidade de uma asa. Ajuda a controlar o escoamento e a interação entre a asa e o ar exterior.
Nome regulamentar do sistema que armazena energia elétrica na unidade de potência híbrida. É normalmente referido como bateria.
Principal ligação técnica entre piloto e equipa durante a sessão. Filtra informação, comunica estratégia e traduz sensações do piloto em decisões de afinação.
Sistema de Recuperação de Energia. Reúne componentes que recuperam energia em travagem, a armazenam e a voltam a entregar para propulsão.
Conjunto de curvas sucessivas que desenham um S. Exige mudanças rápidas de direção e um carro estável nas transferências de carga.
Expressão usada quando o desempenho de um pneu cai de forma súbita, em vez de diminuir gradualmente. Costuma obrigar a uma paragem imediata.
Federação Internacional do Automóvel, entidade que governa o campeonato, publica regulamentos, homologa componentes e supervisiona a segurança e a arbitragem.
Material compósito leve e muito resistente usado no chassis e na carroçaria. A combinação entre rigidez e absorção de energia é essencial para desempenho e segurança.
Zona achatada criada quando uma roda bloqueia e o pneu desliza sem rodar. Provoca vibrações e pode obrigar à substituição do conjunto.
Fundo do carro. A geometria inferior acelera o ar e produz uma grande parte da carga aerodinâmica através do efeito de solo.
Volta rápida lançada, iniciada depois de uma volta de preparação. É a tentativa em que o piloto procura o melhor tempo possível.
Ordem de partida definida pela qualificação e ajustada por penalizações. Numa Sprint existe uma grelha própria, separada da corrida principal.
Abreviaturas inglesas dos treinos livres. Servem para recolher dados, afinar o carro e preparar simulações de qualificação e corrida.
Gestão do consumo de combustível através de técnicas como levantar o acelerador antes da travagem. Pode ser necessária para chegar ao fim dentro dos limites.
Múltiplo da força da gravidade sentido durante aceleração, travagem ou mudança de direção. Curvas rápidas e travagens fortes podem impor cargas muito elevadas ao corpo.
Intervalo de tempo entre dois carros. Nas tabelas pode aparecer como diferença para o líder ou para o concorrente imediatamente à frente.
Pequenos fragmentos de borracha que se soltam e voltam a aderir à superfície do pneu. Reduzem temporariamente a área de contacto e a aderência.
Corrida principal de um fim de semana de Fórmula 1. A distância normal aproxima-se dos 305 quilómetros, com exceções regulamentares como o Mónaco.
Conjunto de posições marcadas na reta de partida. A ordem resulta da qualificação, depois de aplicadas penalizações ou decisões dos comissários.
Efeito de solo criado ao acelerar o ar por baixo do carro, reduzindo a pressão e aproximando o monolugar do asfalto. Gera carga com boa eficiência.
Estrutura de proteção em titânio à volta da cabeça do piloto. Desvia objetos e absorve cargas em acidentes sem fechar o cockpit.
Forma como o carro responde à direção, travagem e aceleração. Um bom comportamento dá confiança e previsibilidade ao piloto.
Pneu seco mais duro dos três escolhidos para um Grande Prémio, identificado a branco. Normalmente aquece mais devagar, mas dura mais voltas.
Recuperação de energia durante travagem ou desaceleração. O piloto pode sentir uma resposta diferente enquanto o sistema carrega a bateria.
Ciclo de aquecimento e arrefecimento de um pneu. A repetição pode alterar a estrutura da borracha e o desempenho disponível.
Aprovação formal de um componente, estrutura ou circuito segundo normas técnicas e de segurança. Algumas peças ficam limitadas depois de homologadas.
Volta em que o piloto regressa às boxes. Pode ser decisiva num undercut, porque cada décimo perdido antes da paragem conta.
Volta curta feita para confirmar que sistemas, travões, motor e comunicações funcionam. O carro regressa às boxes sem procurar tempo.
Pneu de chuva ligeira ou pista húmida, identificado a verde. Dispensa ranhuras tão profundas como o pneu de chuva extrema e funciona sem água abundante.
Análise aberta pelos comissários sobre um possível incidente. Não significa automaticamente que haverá penalização.
Partida antecipada ou movimento fora dos parâmetros permitidos antes de as luzes se apagarem. Pode originar uma penalização.
Lancil colocado no limite interior ou exterior de uma curva. Ajuda a definir a pista, mas pode desestabilizar ou danificar um carro quando é atacado em excesso.
Técnica de levantar o acelerador antes do ponto normal de travagem e deixar o carro rolar. Poupa combustível e reduz temperaturas de travões e motor.
Bloqueio de uma roda durante a travagem. O pneu deixa de rodar, perde capacidade de direção e pode criar um flat spot.
Sequência longa de voltas nos treinos para simular ritmo de corrida. Ajuda a medir degradação, consumo e consistência.
Pneu seco mais macio dos três disponíveis num evento, identificado a vermelho. Oferece mais aderência imediata, mas tende a degradar-se mais depressa.
Bocados de borracha acumulados fora da trajetória ideal. Reduzem muito a aderência de quem sai da linha limpa.
Comissário de pista que sinaliza perigos, ajuda a remover carros e atua em emergências. Trabalha em postos distribuídos pelo circuito.
Opção intermédia de pneu seco, identificada a amarelo. Procura equilibrar velocidade, aquecimento e duração.
Motor-gerador ligado à transmissão que recupera energia cinética em travagem e também entrega potência elétrica às rodas traseiras.
Função de 2026 que dá ao carro perseguidor acesso controlado a potência elétrica adicional quando cumpre as condições regulamentares de proximidade.
Célula estrutural única em compósito onde o piloto se senta. É o núcleo resistente do chassis e deve superar testes de impacto rigorosos.
Resultado atribuído a quem não completa a percentagem mínima exigida da distância do vencedor, mesmo que tenha cruzado a meta ou ainda estivesse em prova.
Período em que a competição é controlada por bandeiras, Safety Car ou Safety Car Virtual. Serve para permitir intervenções seguras em pista.
Primeira volta depois de sair das boxes. É usada para preparar pneus, travões e bateria antes de uma tentativa rápida ou de regressar ao ritmo de corrida.
Estratégia de ficar em pista mais tempo do que um rival que já parou. Funciona quando os pneus usados mantêm bom ritmo ou o adversário encontra tráfego.
Tendência da traseira para rodar mais do que o piloto pretende. Em excesso provoca derrapagem e obriga a corrigir a direção.
Área de trabalho e hospitalidade atrás das garagens. É onde circulam equipas, dirigentes, jornalistas e convidados durante um evento.
Regime que limita alterações ao carro a partir de um momento definido do fim de semana. Quebrar a especificação pode obrigar a partir das boxes.
Tempo que o piloto cumpre numa paragem sem que a equipa toque no carro, ou que é somado ao resultado quando já não existe oportunidade de parar.
Via paralela à reta das boxes que dá acesso às garagens. Tem um limite de velocidade e regras próprias de entrada, saída e circulação.
Paragem na box para trocar pneus, reparar danos ou cumprir uma sanção. Um serviço rápido exige coordenação de toda a equipa de mecânicos.
Primeiro lugar da grelha de partida, normalmente conquistado pelo piloto mais rápido na qualificação principal.
Referência onde o piloto começa a travar para uma curva. Pode ser uma placa, uma linha, uma sombra ou outro elemento fixo junto à pista.
Oscilação vertical repetida provocada pela variação da carga do fundo. O carro aproxima-se do asfalto, perde fluxo e volta a subir num ciclo desconfortável.
Conjunto que produz potência: motor V6 turbo, sistema elétrico, bateria, eletrónica de controlo e componentes auxiliares definidos pelo regulamento.
Pressão interna definida e monitorizada segundo limites de segurança. Afeta deformação, temperatura, aderência e desgaste.
Procedimento formal apresentado por uma equipa para contestar a conformidade de um carro ou um resultado, dentro de prazos e condições específicos.
Três fases eliminatórias da qualificação. Os mais lentos saem após Q1 e Q2; os restantes disputam a pole em Q3.
Sessão que define a grelha do Grande Prémio. Combina velocidade absoluta, preparação dos pneus, gestão de tráfego e precisão sob pressão.
Sessão separada que determina exclusivamente a grelha da Sprint. Não define a ordem de partida da corrida principal.
Centro operacional onde a direção de corrida acompanha câmaras, comunicações e sistemas de segurança para gerir a sessão.
Trajetória normalmente mais rápida à volta de um circuito. Liga pontos de travagem, apexes e saídas para maximizar velocidade e estabilidade.
Volta feita antes da formação da grelha para verificar o carro e as condições da pista. O piloto pode passar pelas boxes e repetir dentro da janela permitida.
Altura do carro ao solo. Uma altura baixa favorece a aerodinâmica, mas aumenta o risco de tocar no asfalto e desgastar o fundo.
Piloto com experiência muito limitada em Grandes Prémios. As regras reservam oportunidades de treino para jovens que cumpram critérios específicos.
Neutralização sem um carro físico à frente do pelotão. Cada piloto tem de respeitar um tempo mínimo, preservando aproximadamente os intervalos.
Suspeita de que uma equipa está deliberadamente a esconder o potencial do carro, usando combustível, modos ou programas que não revelam o ritmo máximo.
Cada volta é dividida em três setores cronometrados. A comparação mostra onde um carro ganha ou perde tempo.
Conjunto de afinações escolhido para o carro: asas, suspensão, alturas, diferencial, travões e outros parâmetros. Procura adaptar a máquina ao circuito e ao piloto.
Volume lateral do carro que envolve radiadores, canais e componentes. A forma condiciona arrefecimento e o fluxo para o fundo e a traseira.
Redução de resistência sentida por um carro que segue outro numa reta. Pode aumentar a velocidade e facilitar uma tentativa de ultrapassagem.
Corrida curta de cerca de 100 quilómetros, disputada ao sábado e com pontos para os oito primeiros. Tem qualificação e grelha próprias.
Conjunto de voltas entre duas paragens, normalmente realizado com o mesmo jogo de pneus. A duração é um elemento central da estratégia.
Sanção que obriga o carro a parar na box durante o tempo indicado sem receber qualquer trabalho antes de regressar à pista.
Licença FIA necessária para competir na Fórmula 1. Exige resultados prévios, experiência e cumprimento de critérios médicos e desportivos.
Conjunto que liga rodas e chassis e controla movimentos verticais e transferência de carga. Na F1 também influencia diretamente a plataforma aerodinâmica.
Dados enviados pelo carro para a equipa em tempo real. Incluem velocidades, temperaturas, pressões, energia e centenas de outros sinais.
Limite anual aplicado a grande parte das despesas competitivas das equipas. Tem exclusões específicas e é fiscalizado através de relatórios e auditorias.
Capacidade de transmitir potência ao asfalto sem patinar. É especialmente importante à saída de curvas lentas.
Aumento gradual de aderência à medida que os carros limpam o asfalto e depositam borracha. Pode tornar as últimas voltas de qualificação mais rápidas.
Limites regulamentares da pista, geralmente definidos pelas linhas brancas. Ganhar vantagem ao ultrapassá-los pode apagar tempos ou provocar penalizações.
Instalação que faz passar ar sobre um modelo do carro para medir forças e validar conceitos aerodinâmicos. A utilização é limitada pelo regulamento.
Compressor movido pelos gases de escape que aumenta a quantidade de ar enviada para o motor. Permite extrair mais potência do V6 de 1,6 litros.
Manta elétrica usada para aquecer pneus antes de entrarem em pista. Temperaturas e utilização são limitadas pelo regulamento.
Parar antes de um rival para usar pneus novos e ganhar tempo enquanto ele continua com pneus usados. Depende do aquecimento e do tráfego à saída das boxes.
Tendência da frente do carro para abrir a trajetória apesar de o piloto virar o volante. Obriga a reduzir velocidade ou esperar que os pneus dianteiros recuperem aderência.
Libertação de um carro da box para o caminho de outro concorrente ou em condições perigosas. Pode originar multa ou penalização desportiva.
Peça ou conjunto de alterações introduzido para melhorar desempenho, fiabilidade ou arrefecimento. Precisa de ser validado em pista e pode não funcionar como previsto.
Arquitetura da unidade de potência: motor de seis cilindros em V, 1,6 litros, turbo e forte componente elétrica. Em 2026 a potência elétrica ganhou maior importância.
Volta imediatamente anterior à partida. Serve para aquecer pneus e travões e confirmar que a pista e os carros estão prontos.
Saída breve das boxes para verificar sistemas e regressar à garagem. Não é feita com intenção de marcar um tempo competitivo.
Melhor tempo de uma volta registado numa sessão ou corrida. Desde 2025, a volta mais rápida do Grande Prémio já não atribui um ponto extra.
Processo de colocar pneus e travões na janela correta de temperatura. Pode decidir o desempenho na primeira volta depois das boxes.
Pneu de chuva extrema, identificado a azul e desenhado para evacuar grandes quantidades de água. Em pista pouco molhada pode sobreaquecer rapidamente.
Patinagem das rodas motrizes quando recebem mais binário do que a aderência disponível suporta. Aquece e desgasta os pneus traseiros.
Fibra sintética de elevada resistência usada em elementos de segurança, incluindo proteções e cabos de retenção das rodas.
Perceber a palavra é o primeiro passo; estes guias mostram como o conceito aparece numa corrida real.
Bandeiras, penalizações, Sprint, parc fermé e regras técnicas de 2026.
Abrir guia →02Vê onde estão o difusor, o MGU-K, o halo e os restantes sistemas.
Conhecer os carros →03Explora apexes, chicanes, setores, pontos de travagem e trajetórias.
Explorar pistas →04Aplica DNF, gap, pole e volta mais rápida às classificações de cada sessão.
Ver classificações →Referência factual cruzada com o glossário oficial da Formula 1, os regulamentos da FIA e os guias técnicos da Pirelli. Todas as definições foram reescritas e contextualizadas pela GRIDRIFT em português de Portugal. Revisto em 21 de agosto de 2026.