A Mercedes alterou elementos da asa traseira e reviu o lábio dianteiro do W17 antes de começar o fim de semana de Madrid com os dois carros na frente.
O W17 recebeu soluções específicas para carga e resistência
A Mercedes reduziu o vão do winglet central da asa traseira e acrescentou um elemento atrás do escape. O objetivo declarado é ajustar a relação entre carga aerodinâmica e resistência às exigências do circuito de Madrid.
A lista oficial de atualizações da Formula 1 identifica ainda um lábio dianteiro revisto. Facto: esta última alteração procura melhorar a aderência do escoamento em diferentes ângulos de direção e não é apenas uma peça específica do Madring.
Voltar ao início ↑O primeiro treino ofereceu uma validação inicial
Russell liderou o TL1 com 1:34.077 e Antonelli terminou a 0,286 s. Os dois Ferrari ficaram imediatamente atrás, com Leclerc em terceiro e Hamilton em quarto.
Análise: a ordem sugere que a base aerodinâmica funcionou no primeiro contacto, mas não isola o efeito de cada peça. A confirmação depende de estabilidade em ritmo longo e de repetição quando a pista estiver mais rápida.
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Madrid exige eficiência sem perder confiança
O Madring combina a aproximação a 340 km/h da curva 5, travagens em apoio, mudanças de elevação e a longa La Monumental. Retirar resistência ajuda nas zonas rápidas, mas o carro continua a precisar de apoio previsível junto aos muros.
Análise: o ganho mais valioso poderá ser uma janela de afinação ampla, não apenas velocidade de ponta. Isso permite aos pilotos aproximarem-se do limite sem sacrificar as sequências técnicas.
Voltar ao início ↑A liderança dos campeonatos continua intacta
A Mercedes chega à ronda com 468 pontos. Antonelli lidera os pilotos com 267 e Russell soma 201. A ficha do Mercedes W17 e as classificações verificadas reúnem o contexto atualizado.
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