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Mercedes W17 em pista no GP da Áustria de 2026
Fotografia: Lukas Raich · CC BY-SA 4.0
P1 · Campeonato de equipas

Mercedes-AMG Petronas

A equipa de fábrica alemã construiu a grande dinastia híbrida de 2014–2021. Em 2026 voltou à liderança com uma dupla equilibrada: a experiência metódica de Russell e a velocidade precoce de Antonelli. Em Sepang assinalou a ligação à PETRONAS com uma pintura especial.

CarroW17
MotorMercedes
Pontos556
BaseBrackley, Reino Unido
Herança e transformação

História da Mercedes-AMG Petronas

Das Flechas de Prata à grande dinastia híbrida

1954Estreia da equipa de fábrica no Mundial
8Títulos de Construtores consecutivos, 2014–2021
BrackleyBase do chassis e da operação de corrida

Origens

A Mercedes conquistou os Grandes Prémios europeus antes da criação do Mundial e entrou na Fórmula 1 como equipa de fábrica em 1954. Juan Manuel Fangio venceu os títulos de pilotos de 1954 e 1955, mas a marca retirou-se da competição no final dessa segunda época.

A construção do sucesso

O regresso moderno foi construído em Brackley. A operação que passou por BAR, Honda e pela campeã Brawn GP foi adquirida pela Mercedes para 2010. Michael Schumacher ajudou a lançar a estrutura, Nico Rosberg conquistou a primeira vitória do novo ciclo na China em 2012 e a chegada de Lewis Hamilton acelerou a transformação.

A era moderna

Entre 2014 e 2021, a equipa venceu oito Mundiais de Construtores consecutivos, uma sequência sem precedentes. Hamilton e Rosberg transformaram a superioridade técnica em campeonatos, enquanto a integração entre chassis de Brackley e motores de Brixworth definiu o padrão da era híbrida.

O legado

A identidade moderna da Mercedes assenta em engenharia integrada, disciplina operacional e capacidade para reagir a mudanças regulamentares. O projeto de 2026 procura iniciar uma nova dinastia com George Russell e Kimi Antonelli, sem depender apenas da memória do domínio anterior.

  1. 1954–1955

    Fangio conquista dois títulos e a Mercedes retira-se no auge.

  2. 2010

    Regresso como equipa de fábrica através da antiga Brawn GP.

  3. 2014–2021

    Oito títulos de equipas seguidos e sete campeonatos de pilotos.

  4. 2026

    O W17 abre a nova era técnica e recoloca a equipa na frente.

Consultar perfil histórico oficial da equipa →
Ficha técnica alargada

W17: arquitetura e soluções

Os valores dimensionais são limites do regulamento de 2026; as equipas não publicam todas as medidas e geometrias confidenciais.

EstruturaMonocoque em compósito de fibra de carbono
MotorV6 turbo 1,6 l + sistema híbrido
Potência elétricaMGU-K até 350 kW
TransmissãoSequencial de 8 relações + marcha-atrás
AeroAsas dianteira e traseira ativas
Peso mínimo768 kg nos termos regulamentares
Distância entre eixosMáximo de 3400 mm
LarguraMáximo de 1900 mm
PneusPirelli de 18 polegadas, mais estreitos
CombustívelSustentável avançado obrigatório
01

Conceito

O W17 foi desenhado como um conjunto integrado entre chassis, software de energia e unidade de potência Mercedes. A filosofia procura uma plataforma previsível em vez de depender de um pico aerodinâmico muito estreito.

02

Aerodinâmica

As asas ativas trabalham com um piso de baixa resistência e uma traseira estável. O objetivo é transitar para a configuração de reta sem deslocar bruscamente o equilíbrio aerodinâmico.

03

Energia

A unidade Mercedes é explorada em conjunto com a equipa de chassis. Recuperação, descarga e arrefecimento foram concebidos desde o início para a contribuição elétrica muito superior do MGU-K.

04

Plataforma mecânica

A suspensão privilegia controlo da plataforma em travagem e apoio consistente nas curvas longas, protegendo a janela de funcionamento dos pneus dianteiros.

05

Ponto forte

Regularidade em circuitos diferentes, boa eficiência energética e confiança dos pilotos na entrada de curva.

06

Prioridade de evolução

Reduzir a sensibilidade em baixa velocidade e manter a fiabilidade enquanto os adversários aproximam os mapas de energia.

O W17 em detalhe

Antonelli terminou Sepang em segundo e Russell abandonou na volta 50. A evolução destinada a ganhar carga em curvas médias e rápidas não produziu o impulso esperado e está sob análise; a Mercedes lidera com 556 pontos.

Identidade atual

A equipa de fábrica alemã construiu a grande dinastia híbrida de 2014–2021. Em 2026 voltou à liderança com uma dupla equilibrada: a experiência metódica de Russell e a velocidade precoce de Antonelli. Em Sepang assinalou a ligação à PETRONAS com uma pintura especial.

A operação de 2026 combina desenvolvimento do chassis, integração da unidade de potência e exploração das novas asas ativas. A qualidade da correlação entre simulação, túnel de vento e pista é tão importante como a velocidade de uma única atualização.

Pilotos de 2026

Fontes e atualização

História reescrita de raiz e cruzada com o perfil oficial específico da equipa. Dados técnicos confirmados nos perfis oficiais e no regulamento FIA de Fórmula 1. Fotografia com autoria e licença indicadas na legenda.