
Autódromo Hermanos Rodríguez
A mais de 2200 metros de altitude, o ar rarefeito reduz carga, refrigeração e resistência aerodinâmica.
Horários do fim de semana
Hora de Portugal continental
Descobre as curvas de Autódromo Hermanos Rodríguez
O contorno foi revisto a partir da geometria do traçado de 2026. Clica diretamente num número para conheceres o nome ou a identificação da curva.
Como se ganha tempo em Autódromo Hermanos Rodríguez
Análise original GRIDRIFT ao traçado, à afinação, à estratégia e aos pontos onde a corrida tende a mudar.
Primeiro setor
A reta enorme termina na sequência 1–3. O carro trava com menos carga real e precisa de tração para não ficar vulnerável.
Segundo setor
O miolo encadeado testa mudança de direção e equilíbrio. O ar rarefeito reduz apoio mesmo com asas de máxima carga.
Terceiro setor
O Foro Sol abranda a volta diante de bancadas cheias; a Peraltada parcial lança os carros novamente para a reta.
O compromisso técnico
Asas grandes para compensar altitude, refrigeração cuidadosamente aberta e turbo sob enorme exigência. Travagem e aderência parecem diferentes do nível do mar.
Onde ultrapassar
Curva 1 é o grande ataque; a travagem antes do estádio oferece outra oportunidade. A aspiração na reta é muito poderosa.
Estratégia provável
A baixa densidade do ar altera arrefecimento e desgaste. Safety Car e pneus com pouca energia em certas fases podem prolongar stints.
Tempo e aderência
Altitude, sol forte e possibilidade de chuva. A temperatura ambiente não traduz por si só a exigência térmica do motor e dos travões.
O desafio da pista
Os carros usam muita asa mas escorregam; a passagem pelo estádio Foro Sol cria uma atmosfera única.
O desenho de Autódromo Hermanos Rodríguez obriga as equipas a encontrar um compromisso entre velocidade de ponta, carga aerodinâmica, estabilidade em travagem e preservação dos pneus. A evolução da pista ao longo do fim de semana e as condições meteorológicas podem alterar rapidamente a afinação ideal.
Grande Prémio de 2026
O GP da Cidade do México disputa-se de 30 outubro–1 novembro, em Cidade do México. A distância prevista é de 71 voltas ao traçado de 4,304 km.
História e identidade
A mais de 2200 metros, a Cidade do México faz carros e motores comportarem-se de forma única. O estádio cria uma das imagens mais fortes do calendário.
O circuito recebeu pela primeira vez uma prova do Mundial em 1963. A combinação entre o desenho, a cultura local e os momentos decisivos vividos em pista deu a esta ronda uma identidade própria no calendário.
Horários e dados-base cruzados com o calendário oficial da Formula 1. Para o Madring, o módulo usa o mapa oficial publicado pelo promotor do circuito; nos restantes, a geometria vetorial, crédito e licença estão indicados no módulo interativo. Análise técnica e estratégica redigida de raiz pela GRIDRIFT; fotografia creditada na legenda.