
Circuit of the Americas
Traçado moderno inspirado em curvas clássicas, com forte subida para a curva 1 e mudanças rápidas de direção.
Horários do fim de semana
Hora de Portugal continental
Descobre as curvas de Circuit of the Americas
O contorno foi revisto a partir da geometria do traçado de 2026. Clica diretamente num número para conheceres o nome ou a identificação da curva.
Como se ganha tempo em Circuit of the Americas
Análise original GRIDRIFT ao traçado, à afinação, à estratégia e aos pontos onde a corrida tende a mudar.
Primeiro setor
A forte subida para a curva 1 termina num vértice largo. Seguem-se mudanças rápidas de direção inspiradas nos grandes circuitos europeus.
Segundo setor
O hairpin prepara a maior reta, criando o principal duelo entre tração e velocidade máxima. A travagem seguinte permite várias linhas.
Terceiro setor
A secção do estádio inclui curvas longas e um triplo direito antes das duas últimas. Pneu traseiro e paciência são fundamentais.
O compromisso técnico
Carga média-alta e suspensão capaz de lidar com ressaltos. O carro deve ser ágil nos Esses sem destruir pneus nas curvas longas.
Onde ultrapassar
Curva 1 e a travagem no fim da reta traseira são as oportunidades principais. A largura permite cruzar linhas e continuar a luta.
Estratégia provável
Degradação e vento tornam duas paragens plausíveis. O momento do undercut depende de conseguir ar limpo num circuito onde seguir é exigente.
Tempo e aderência
Austin alterna calor, frio, vento e chuva. A grande variação térmica entre dias pode invalidar dados de treino.
O desafio da pista
O primeiro setor testa aerodinâmica; o longo gancho e a reta traseira abrem opções táticas.
O desenho de Circuit of the Americas obriga as equipas a encontrar um compromisso entre velocidade de ponta, carga aerodinâmica, estabilidade em travagem e preservação dos pneus. A evolução da pista ao longo do fim de semana e as condições meteorológicas podem alterar rapidamente a afinação ideal.
Grande Prémio de 2026
O GP dos Estados Unidos disputa-se de 23–25 outubro, em Austin. A distância prevista é de 56 voltas ao traçado de 5,513 km.
História e identidade
COTA combina uma subida icónica com referências a Esses, curvas de estádio e longos ganchos. O público americano completa uma ronda muito própria.
O circuito recebeu pela primeira vez uma prova do Mundial em 2012. A combinação entre o desenho, a cultura local e os momentos decisivos vividos em pista deu a esta ronda uma identidade própria no calendário.
Horários e dados-base cruzados com o calendário oficial da Formula 1. Para o Madring, o módulo usa o mapa oficial publicado pelo promotor do circuito; nos restantes, a geometria vetorial, crédito e licença estão indicados no módulo interativo. Análise técnica e estratégica redigida de raiz pela GRIDRIFT; fotografia creditada na legenda.