
Autódromo José Carlos Pace
Interlagos corre no sentido anti-horário, comprime desnível, história e meteorologia imprevisível numa volta curta.
Horários do fim de semana
Hora de Portugal continental
Descobre as curvas de Autódromo José Carlos Pace
O contorno foi revisto a partir da geometria do traçado de 2026. Clica diretamente num número para conheceres o nome ou a identificação da curva.
Como se ganha tempo em Autódromo José Carlos Pace
Análise original GRIDRIFT ao traçado, à afinação, à estratégia e aos pontos onde a corrida tende a mudar.
Primeiro setor
O S do Senna desce e muda de direção antes da Curva do Sol. Uma boa saída maximiza a longa aceleração seguinte.
Segundo setor
Descida do Lago abre o setor técnico. Ferradura, Laranjinha e Pinheirinho exigem equilíbrio e fazem o piloto trabalhar sem pausa.
Terceiro setor
Bico de Pato e Mergulho conduzem à longa subida em apoio. A tração determina quão cedo se atinge velocidade máxima na meta.
O compromisso técnico
Carga média-alta, boa tração e estabilidade sobre desnível. O sentido anti-horário aumenta a exigência física no pescoço.
Onde ultrapassar
S do Senna é o ponto principal; Descida do Lago permite novo ataque. A subida final cria aspiração e batalhas até à linha.
Estratégia provável
Volta curta, chuva e Safety Car comprimem o pelotão. Estratégias alternativas funcionam quando o piloto consegue usar pneus novos no tráfego.
Tempo e aderência
Interlagos é sinónimo de imprevisibilidade. Chuva, sol e temperatura podem mudar várias vezes durante a mesma corrida.
O desafio da pista
O S do Senna e a subida final favorecem lutas; chuva e Safety Cars costumam multiplicar cenários.
O desenho de Autódromo José Carlos Pace obriga as equipas a encontrar um compromisso entre velocidade de ponta, carga aerodinâmica, estabilidade em travagem e preservação dos pneus. A evolução da pista ao longo do fim de semana e as condições meteorológicas podem alterar rapidamente a afinação ideal.
Grande Prémio de 2026
O GP de São Paulo disputa-se de 6–8 novembro, em São Paulo. A distância prevista é de 71 voltas ao traçado de 4,309 km.
História e identidade
A pista encaixa desnível, história brasileira e ação num espaço compacto. A direção contrária aos ponteiros e a subida final tornam-na imediatamente reconhecível.
O circuito recebeu pela primeira vez uma prova do Mundial em 1973. A combinação entre o desenho, a cultura local e os momentos decisivos vividos em pista deu a esta ronda uma identidade própria no calendário.
Horários e dados-base cruzados com o calendário oficial da Formula 1. Para o Madring, o módulo usa o mapa oficial publicado pelo promotor do circuito; nos restantes, a geometria vetorial, crédito e licença estão indicados no módulo interativo. Análise técnica e estratégica redigida de raiz pela GRIDRIFT; fotografia creditada na legenda.